sábado, 21 de agosto de 2010

Aula Impactos Ambientais


Alunos do Pré-UFMG

Link para baixar a aula sobre IMPACTOS AMBIENTAIS

Link: CLIQUE AQUI

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Curiosodade: Lagartas que se disfarçam de cobra para assustar predadores


Espécies desenvolvem ‘olhos falsos’ para espantar pássaros em florestas da Costa Rica.

Lagartas encontradas na Costa Rica ’se disfarçam’ de cobras e de outros animais para amedrontar predadores, segundo um estudo publicado nesta semana pela revista especializada The Proceedings of the National Academy of Sciences.

De acordo com o estudo dos pesquisadores Daniel H. Janzen e Winnie Hallwachs, da Universidade da Pensilvânia, e John M. Burns, do Museu Nacional de História Natural do Smithsonian, centenas de espécies de lagartas e crisálidas de borboletas e mariposas apresentam olhos e escamas falsos, semelhantes aos de cobras e lagartos.

Pesquisadores americanos descobriram que centenas de espécies de lagartas e casulos de borboletas e mariposas apresentam 'olhos falsos' na Costa Rica. (Fotos: Daniel H. Janzen via BBC)

Segundo os pesquisadores, essas espécies evoluíram para explorar o instinto natural de animais, como os pássaros, de evitar predadores potenciais.

Eles acreditam que, sem tempo para checar se a ameaça é real ou não – sob o risco de ser “comido” se a ameaça for confirmada -, o pássaro foge assim que identifica os olhos ou as escamas.

Algumas espécies chegam ao ponto de “abrir” os olhos falsos quando o pássaro se aproxima ou de emitir um som semelhante ao de uma cobra.

As espécies foram todas encontradas e catalogadas na Área de Conservacão Guanacaste (ACG), nas florestas do noroeste da Costa Rica, por Jenzen e sua esposa, Hallwachs, nos últimos 32 anos.

Mais de 450 mil espécies foram estudadas na área de quase 124 quilômetros quadrados. O número de espécies apenas nesta região é equivalente ao de todas as espécies de mariposas e borboletas encontradas nos Estados Unidos.

Toda a área de conservação foi comprada com doações, e Janzen lembra que a única maneira de preservar essas milhares de espécies é preservando seu habitat.

Atualmente, os pesquisadores tentam reunir recursos para comprar uma área de 2,76 quilômetros quadrados em particular.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

domingo, 16 de maio de 2010

Animais Híbridos

Animais híbridos surgem da reprodução entre dois animais de espécies diferentes,que geram filhotes.O exemplo mais comum de animal híbrido é o cruzamento da égua (Equus caballus) e do jumento (Equus asinus), que resulta no burro ou na mula. Todos os animais híbridos são estéreis, devido a problemas cromossômicos no processo de meiose, assim, as células desses animais vão possuir um número híbrido de cromossomos que terão dificuldades em formar pareamento. Algumas dessas novas espécies ainda são produzidas através do cruzamento entre espécies, puro e simples até hoje, basicamente para serem usadas como atrações de shows e locais turísticos.

Veja alguns animais híbridos:

1. Zebrasno

O zebrasno é um animal híbrido, que resulta do cruzamento entre uma zebra e um asno.



2. Tigon

O Tigon é um cruzamento híbrido entre uma fêmea leão e um macho tigre. O Tigon não é tão comum como o Ligre, no entanto, no final do século XIX e início do século XX, os Tigons eram mais comuns que os Ligres.



3. Tambacu

Tambacu é um peixe híbrido entre tambaqui (Colossoma macropomum) e pacu-caranha (Piaractus mesopotamicus). Foi criado para combinar o maior crescimento do tambaqui e a resistência ao frio do pacu. Usa-se ovas de tambaqui e semem de pacu em reprodução artificial.


4. Pumapardo

Um Pumapardo, é um híbrido entre um puma do sexo masculino, e um leopardo do sexo feminino. O híbrido inverso não é conhecido, pois os machos de ambas espécies são maiores que as fêmeas (dimorfismo sexual)


5. Ligre

O Ligre, também conhecido pelo seu nome em inglês, liger (lê-se láiguer), é um híbrido entre um leão e uma tigresa. Daí vem o seu nome: ligre =leão tigre (liger= lion tiger).



6. Leopon

É um híbrido entre a leoa e um leopardo do sexo masculino.


7. Jaglion

Jaglion é um híbrido entre um macho de onça-pintada e uma leoa. Jaglions têm o pêlo castanho sobre a cor de fundo característico de um leão.



8. Huarizo

O Huarizo é um animal híbrido resultante do cruzamento de um lhama com uma alpaca. Suas características físicas são intermediárias às dos genitores.


9. Beefalo

O beefalo é um animal resultante do cruzamento genético de um bovino Bos bovis com 2n=60 cromossomos e de um Bison bison, bisão americano, com 2n=60, ou bisão-europeu, Bison bonassus. O beefalo é um animal robusto , inteligente e bastante curioso criado experimentalmente em centros de pesquisa.


10. Ashera

Ashera é um animal de caráter híbrido felino criado pela empresa "Lifestyle Pets" do ramo de biotecnologia.[1] Mistura de serval, gato leopardo asiático e gato doméstico, o Ashera é um animal exótico, raro.

As 10 plantas mais estranhas do mundo

10. Welwitschia Mirabilis: a planta mais resistente


A planta, nativa da Namíbia do deserto Namibe, na África, é realmente única: ela consiste de apenas duas folhas e um caule com raízes. As folhas continuam a crescer indefinidamente, e o caule engrossa, em vez de ficar mais alto, e pode chegar a dois metros de altura e oito metros de comprimento. A estimativa de vida dessas plantas é de 400 a 1500 anos, e elas podem sobreviver a até cinco anos sem chuva. A planta é utilizada na alimentação e seu nome popular na região, onyanga, significa “cebola do deserto”.

9. Dionaea muscipula


A dionéia é a planta carnívora mais famosa do mundo devido às suas armadilhas. A planta consegue sentir a presença de quase qualquer animal, desde formigas até aranhas. Ela então coloca as suas presas em posição de ataque e agarra a sua vítima em menos de um segundo.

8. A maior flor do mundo


De todas, existe uma planta exótica específica que é melhor você nunca encontrar. A Rafflesia Arnoldii é extremamente rara e tem 90 centímetros de largura e pode chegar a pesar mais de dez quilos. O problema da planta é que, quando ela está em seu habitat úmido, ela libera um terrível cheiro, sendo até chamada de planta-cadáver pelos nativos da Indonésia. O florescimento da planta é muito raro, e apenas 10 a 20% de suas sementes chegam a ser polinizadas.

7. Desmodium gyrans: a planta dançante



Vídeo da planta "dançando" clique aqui

A planta é conhecida como “mato dançante” ou “planta do semáforo”, devido ao movimento que as suas folhas fazem, que se assemelham a um semáforo. A planta tem um crescimento fácil, e dança alegremente mesmo na janela de uma casa.

6. Euphorbia obese: a planta do beisebol


Esta planta “gorducha” é originária da região do sul da África e é protegida por legislações nacionais e internacionais. Ela corre risco de extinção em seu habitat natural, mas cresce com facilidade em cultivos comerciais.

5. Amorphophallus titanum: a flor-cadáver



Outra flor que você não gostaria de ter por perto: esta flor, mais alta que humanos, fede terrivelmente e tem uma cor arroxeada que se assemelha a um cadáver. A flor, que também vem da Indonésia, é muito rara, e tem a maior inflorescência do mundo.

4. Baobá: a árvore-garrafa


O baobá é o nome comum de oito espécies de árvores nativas de Madagascar, existentes na África e na Austrália. Conhecida como árvore-garrafa, ela não apenas se assemelha a uma, mas também consegue guardar em seu interior até 300 litros de água!

3. Dracaena cinnabari: a árvore do sangue de dragão


 Esta árvore tem o estranho formato de um guarda-chuva, e foi descoberta e, 1882. A sua coloração avermelhada é considerada como o sangue de dragões de outras gerações, e era muito procurado como medicamento e tintura.

2. Mimosa púdica: a planta tímida


A mimosa é uma planta muito tímida, por assim dizer: suas folham murcham quando são chacoalhadas ou tocadas, e só voltam ao seu estado normal depois de alguns minutos. A espécie é native da América central e do sul. É conhecida em muitos lugares do Brasil como dormer-dorme ou dormideira.

1. Selaginella lepidophylla: A planta da ressurreuição



Também conhecida como a rosa de Jericó, esta espécie do deserto tem uma habilidade incrível de sobreviver a secas. Na falta de chuva ou umidade, a planta se enrola em uma bola e se desenrola apenas quando é exposta à umidade.

Bônus: A maior planta carnívora do mundo


Esta planta produz armadilhas espetaculares, que capturam não apenas insetos, mas também roedores do tamanho de ratos.

POR QUE QUANDO TAPAMOS O NARIZ NÃO SENTIMOS O GOSTO DA COMIDA?



Pessoal, eu comecei a reparar, agora no inverno, que ao comer chocolate e outros alimentos adocicados com o nariz entupido, aquele gostinho saboroso do doce não era sentido... parecia que estava comendo parafina rs... como será que isso ocorre? bem olhem a explicação.
É isso, parece incrível, mas nosso paladar é limitado a apenas 5 ou 6 gostos diferentes (doce, salgado, ácido, amargo, etc...) o resto é tudo cheiro!!!! Sim... Chocolate, pêra, maçã, batata frita e tantos outros sabores são construídos pelo cérebro a partir dos cheiros que os alimentos exalam, ou seja, moléculas dos alimentos sobem ao nariz enquanto a comida está na boca sendo mastigada.

Bom, tudo é culpa do de uma parte do córtex cerebral. Os neurônios dessa região combinam sinais de olfato, do paladar e ainda do tato (é preciso conhecer a textura do alimento, se está quente ou frio etc..). Das milhares de combinações possíveis, nascem o que chamamos de sabores! É por isso que quando estamos gripados, com nariz entupido, não sentimos o sabor da comida, pois só nos restam o tato (quente, frio, cru, ralado, etc) e o gosto (amargo, doce, azedo, etc).

Mas então para que serve o paladar, se ele não é tão importante para formar o sabor? A função do paladar é detectar sais, açúcares, íons de hidrogênio, aminoácidos, etc... e enviar essa informação para o hipotálamo (estrutura que regula o funcionamento do corpo), partindo da informação recebida, o hipotálamo se encarrega de ir preparando a digestão com antecedência. E isso funciona tão bem, que até hoje você não tinha notado a verdadeira função do paladar e muito menos a importância do olfato.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Graças a um vírus, você não bota ovos!

Moçada, saiu um artigo muito bom na revista "superinteressante" que trata da evolução de nós, mamíferos. Já sabemos que os vírus tiveram um papel fundamental no processo evolutivo das espécies, tanto é que há teorias que afirmam ser os vírus, os grandes responsáveis pela vasta variabilidade genética existente. Em breve postarei mais informações sobre esta questão. Por enquanto, vejam esta matéria. Leiam e comentem!!!

Há 120 milhões de anos, os ancestrais dos mamíferos foram infectados por um micróbio. Mas, em vez de provocar doença, o invasor mudou a embalagem dos bebês.

Se um médico lhe dissesse que o seu corpo está infestado por um tipo de vírus chamado ERV, parente do causador da Aids, o HIV, você certamente entraria em pânico. Pois está, mas relaxe. Micróbios desse tipo são habitantes permanentes das células de todos os mamíferos — das suas também. São eles que ajudam a formar a placenta, a membrana que protege o bebê na barriga da mãe. Os ERVs carregam proteínas que estimulam a fusão de algumas células do embrião, e é isso que leva à formação do envoltório protetor (veja ao lado).

Agora o patologista sueco Erik Larsson, da Universidade de Uppsala, está dizendo que foi o ERV o responsável pelo desenvolvimento da placenta nos mamíferos. Pela teoria, os primeiros animais desse grupo gestavam seus filhotes como os répteis, que protegem as crias dentro de ovos. Só que, um dia, eles foram infectados pelo vírus e criaram a placenta. Sem ela, o filhote não poderia ser gestado dentro do organismo materno. "Isso só é possível porque a placenta resguarda o embrião contra o ataque das células de defesa que estão no sangue materno", declarou Larsson à SUPER.

1. Pela teoria, o vírus ERV invadiu o organismo de ancestrais dos mamíferos e transferiu seus genes para o núcleo das células hospedeiras.

2. Hoje, os genes do ERV fazem parte do DNA humano. Ficam adormecidos a maior parte do tempo. Quando o embrião começa a se desenvolver, os genes do parasita fabricam uma proteína que vai para a membrana celular.

3. Nos locais em que há proteína viral, a membrana de uma célula gruda na de células vizinhas.

4. A fusão das células faz com que ela se transforme em uma parede hermeticamente fechada. Essa barreira, na placenta, impede que o embrião receba o sangue da mãe e seja atacado pelos anticorpos dela.

terça-feira, 16 de março de 2010

O que são quelóides?

Olá moçada! Achei um artigo bastante interessante sobre quelóides, gostaria de compartilhá-lo com vocês!


Quelóide formado a partir de machucados (esquerda) e a partir de furo para piercing (direita)


Sabemos que a pele é o maior órgão do corpo humano, e que suas células passam por uma renovação constante por toda nossa vida! Quando sofremos uma  lesão na pele, corte arranhão, cirurgia, e até tatuagem, aquele espaço agredido, naturalmente aumenta sua atividade de multiplicação celular. Isso é normal e faz parte do processo de renovação do local afetado.
Só que, às vezes em algumas pessoas, as células que deveriam apenas preencher o espaço deixado pela lesão, continuam se reproduzindo, mesmo após  o preenchimento deste espaço, resultando numa cicatriz hipertrófica ou em quelóides. O quelóide é uma hipertrofia (aumento no volume das células de um tecido) que ocorre nas lesões onde deveria ter apenas uma simples cicatriz, ou seja, é “uma cicatriz que passou do limite e não soube a hora de parar de crescer”.

Os quelóides são cicatrizes que se projetam além da superfície da pele formando uma projeção tecidual com uma área lisa, geralmente avermelhada podendo apresentar coceira e até dor. O pior é que além de exagerar no preenchimento da lesão o quelóide pode se estender muito além do local da lesão.
Essa reação do organismo não regride espontaneamente e os tratamentos não costumam ser muito eficazes. É muito difícil remover completamente quelóides. A retirada cirúrgica, embora pareça atraente, não é uma boa idéia. Este tipo de tratamento resulta muitas vezes no surgimento de outro quelóide muito maior que aquele presente inicialmente.
Não se sabe exatamente o que leva uma pessoa a ter essa disposição. As pessoas de pele mais escura possuem uma tendência maior a desenvolver quelóides que aquelas de pele mais clara. No entanto, é preciso ver o histórico familiar, que no caso, pode indicar uma tendência ao seu desenvolvimento. Eles são raros na infância e na velhice e ocorrem principalmente entre a puberdade e os 30 anos. Durante a gravidez as mulheres possuem maior tendência a desenvolvê-los.

Quelóides formado a partir de tatuagem (esquerda) e a partir de corte cirúrgico (direita)

Créditos: Blog Diário de Biologia


sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Lista dos animais mais "estranhos" do mundo

 
Macaco de cara branca



Anta Pintada


 Hagfish - Parece um caracol, mas trata-se de um peixe.


 Topeira do nariz de estrela


Macaco de Tromba


 
Tatu-fada-rosa 

  
Axoloti


Aye-Aye 



Alpaca

Tarsier


Polvo Dumbo




Cão de Komondor



Coelho Angorá


Peixe Bolha

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Animações em Biologia Celular



Olá moçada, tudo certo?
Para quem gosta de biologia celular, eu recomento este site.
Ele contém inúmeras animações em três dimensões que mostram as estruturas celulares e os processos fisiológicos da célula, como respiração, síntese protéica, duplicação do DNA, fotossíntese, etc. E o melhor, tudo em português! :)

Além disso há uma parte dedicada aos vírus, também muito interessante...

ahhh e não deixem de conferir a animação sobre o tema evolução, fantástica!!!

Para o pessoal que está aguardando novas aulas, em breve eu irei postar material de zoologia, taxonomia e genética....

Que os ATPs estejam com vocês...

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Animal fotossintetizante?

Bom galera, isso não é novidade, mas é pouco falado pelos professores em sala de aula... Lembro-me que uma vez, em uma aula, uma aluna me perguntou se existia algum animal fotossintetizante. Eu, na época, não sabia deste caso, mas certo de que tudo na natureza é possível, tive a felicidade de falar que não sabia de nenhum caso, mas que nem por isso poderíamos considerar a inexistencia de um animal fotossintético como verdadeira. Os alunos cairam na gargalhada e debocharam muito dela... coitada! E não é que existe mesmo? Biologia é assim meu caro: vivendo e aprendendo! Mas como eu queria poder ter tido a portunidade de mostrar este caso para aquela aluna... Que pena!

Bem, trata-se de um molusco, mais especificamente, uma lesma-do-mar. Seu nome científico é: Elysia chlorotica

Ela realiza fotossíntese aproveitando os cloroplastos das algas marinhas das quais ela se alimenta.Mas agora descobriram que ela é capaz de sintetizar a sua própria clorofila (o “combustível” que os cloroplastos precisam para funcionar). Aparentemente, ao longo da evolução, ela adquiriu vários genes das algas que permitem que ela faça isso. Ou seja, se um dia faltarem algas na mesa, ela pode realizar fotossíntese exatamente como fazem as plantas.

Uma equipe liderada por Mary Rumpho da Universidade do Maine publicou um estudo indicando que a lesma verde também “roubou” o gene das algas que come. Em uma Lamarckiana “transferência horizontal”, de alguma forma, em algum ponto de sua evolução, os genes pularam das plantas para os moluscos, permitindo que os cloroplastos realizem finalmente fotossíntese. Lamarck daria um sorriso, ainda que tal transgenia seja extremamente rara.

Agora, satisfazendo a dúvida que todos devem ter, a New Scientist também perguntou se algo similar poderia algum dia ser reproduzido em humanos. A resposta? Improvável. “Nosso trato digestivo apenas tritura tudo – cloroplastos e o DNA”, respondeu Rumpho.

Uma curiosidade é que o estudo foi editado por Lynn Margulis, bióloga notória por suas idéias sobre a origem de organismos eucariotos em nosso planeta. Não é tanto surpresa porque essa espécie de oba-oba com organelas, genes e organismos roubando, ou melhor, cooperando de maneira simbiótica é exatamente o que Margulis propôs em 1966.

A idéia de que a célula eucariótica, repleta de estruturas especializadas e complexas surgiu da união de células procariotas primitivas pode parecer óbvia hoje, mas seu trabalho original foi “rejeitado por quinze periódicos científicos”.

para quem quiser ver um vídeo desse bicho aí vai o link: http://www.youtube.com/watch?v=aIyaxgBkToU

Abraços e até +